Devemos nos esvaziar dos nossos preconceitos

Devemos nos esvaziar dos nossos preconceitos


Querida amiga, querido amigo,

Esta mensagem é um alerta e é preciso Lê-la com muita atenção.

Existem alguns metros de distância entre nós e as pessoas que mais amamos, porém, entre nossas mentes, um antiespaço, um espaço insuperável, mas que pode ser diminuído, mitigado, quando o seu EU aprender a se esvaziar dos preconceitos para entender minimamente o outro a partir de si mesmo.

O que indica que, por exemplo, numa sala de aula, quando um professor fala: “Você não vai virar nada na vida”, para um aluno que o frustrou, ele sentenciou esse aluno e não se colocou no lugar dele estimulando neste, um fenômeno denominado: Fenômeno RAM - Registro Automático da Memória que é, arquivar em 5 segundos uma janela traumática em sua memória. Neste caso, um processo de humilhação foi ancorado, foi cravado em sua mente.

Durante nossa vida, nossa história, passamos por várias situações com as quais somos expostos às humilhações, frustrações, decepções, perdas.

Todas essas situações que vem como bagagem, experiências acumuladas, com as quais fazem parte da construção de nossa personalidade, muitas vezes servem mais para nos paralisar do que para nos fazer caminhar, não é mesmo?

E sempre que a vida nos expõe às estes fantasmas do passado, nos colocamos em posição de defesa e agimos por impulsividade.

Nos distanciamos do próximo como se não os conhecêssemos e lançamos palavras que podem feri-lo profundamente.

Mesmo que haja o arrependimento após o fato, as palavras já foram gravadas num ato inconsciente, em suas memórias como flechas que penetram o coração.

Veja só ….

Certa vez uma garota de 12 anos fez uma prova, na qual ela foi mal, mas ela sempre teve um bom desempenho.

Como ela havia desafiado a professora antes, a professora se distanciou, se defendeu da situação, colocou-se num lugar superior, olhou nos olhos dela e disse: “gordinha desinteligente!”.

E então, toda vez que aquela menina ia fazer uma prova, não existia mais as questões na mente dela e sim, armadilhas mentais, o trauma a paralisava, havia o medo de falhar, o medo do que a professora ia dizer, o medo de desapontar os seus pais entrava em cena, o volume de tensão era tão grande que todas as informações que ela aprendeu não eram acessadas.

E ela sempre reprovava e começou a ter um péssimo desempenho numa prova atrás da outra.

Resultado, ela ficou com depressão e aos 18 anos tentou suicídio, felizmente não conseguiu, mas teve sequelas.

Então, muita atenção!

Em 5 segundos, nós não fazemos um grande discurso, mas proferimos algumas palavras.

Em 5 segundos, nós não fazemos uma grande jornada, apenas damos alguns passos.

Mas em 5 segundos para o planeta cerebral, pode-se mudar uma história para o bem ou para o mal!

Porque nós acionamos mecanismos inconscientes que podem nos aprisionar, aprisionar nossos próximos, no único lugar que deveríamos ser livres.

Por isso que houve tantas guerras, tantas brigas, tantos bullyings nas escolas, tantos executivos que ferem, anulam, asfixiam seus colegas de trabalho.

Temos que urgentemente, nos esvaziar de nossos preconceitos.

Não é porque existem pessoas, parentes, filhos, pais, familiares que tem um pensamento diferente do nosso, que devemos nos distanciar, impor nossas idéias, gerar discussões com as quais podemos perder o controle de nossas emoções e encarcerar a mente de quem mais amamos sem nos darmos conta disso.

Saiba gerir suas emoções, pense que quem está do outro lado é um ser humano como você, que sente, que tem necessidades, que tem sentimentos, que tem uma história de vida, às vezes até, muito mais dura do que a sua.

Enxergue as discussões, desavenças, bate bocas, desafios, afrontas, como oportunidades de plantar coisas boas.

O silêncio é uma escola para quem tem sabedoria. Espere passar os momentos de tensão e no momento certo, profira as palavras certas.

Saiba plantar sementes de alegria, felicidade, amor, sabedoria, nas mentes das pessoas e consequentemente, reeditando sua própria história, assumindo o papel de protagonista no teatro social.

Pense nisso, você pode estar salvando vidas.

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