Mulher, seu amor é sustentável?

Mulher, seu amor é sustentável?


É mais fácil programar supercomputadores, construir edifícios majestosos e até mesmo descobrir vida em outros planetas, do que construir relações saudáveis regadas a um sublime amor. Todos querem conquista-lo, mas poucos sabem que, para isso, precisam primeiro desbravar as profundezas do seu próprio Eu.

Vivemos em sociedades livres, mas temos nos tornado escravos modernos, algemados pelo medo, insegurança e angústia; sem amarras físicas, mas acorrentados por preocupações irrefreáveis, por pensamentos perturbadores e por uma mente inquieta, ansiosa, agitada, que pensa descontroladamente.

Na sua vida, você tem escrito histórias que te libertam ou te aprisionam? Expandem sua autoimagem, ou sufocam sua autoestima? Nada é tão belo quanto cultivar relações saudáveis e nada é mais deprimente que construir relações doentes.

Libertar nosso imaginário, encontrar paz de espírito e desenvolver relações harmoniosas exige um componente fundamental: o amor inteligente. O verdadeiro amor precisa de doses elevadas de emoção, mas sem dispensar doses serenas de razão.

Não há soluções mágicas, é necessário educar a emoção e equipar o intelecto. Todos nós queremos uma mente saudável, regada de prazer, livre, segura, resiliente, criativa, mas frequentemente a deixamos inadequadamente solta.

Todos querem encontrar a felicidade, mas poucos estão realmente dispostos a pagar o preço – encarar seus medos, assumir seus erros, perdoar, mudar.

Nossa sociedade tem a mania doente de confundir o amor inteligente com o amor desequilibrado. Seja nas relações familiares, amorosas ou profissionais, frequentemente temos atitudes que afastam o amor, em vez de nutri-lo.

Brigar, gritar, impor ideias, nem de longe significa ter um Eu forte, mas, sim, frágil.

Falar o que vem à mente nem sempre é a expressão de um Eu maduro, mas, sim, de quem não tem autocontrole. Um Eu forte e maduro aquieta sua ansiedade, protege quem ama, pede desculpas sem medo, aponta primeiro o dedo para si antes de falar dos erros do outro, repensa sua história, exige menos e se doa mais, não tem a necessidade neurótica de mudar quem está a seu redor.

O amor inteligente fundamenta uma mente brilhante, nutre a saúde psíquica, amplia os horizontes intelectuais, promove a arte de se interiorizar, refina a capacidade de observar.

Quem não desenvolve o amor inteligente, não educa seu Eu para ser gestor de sua mente e tem medo de assumir sua insensatez e de reconhecer suas dificuldades. Nega que está doente, nega sua fragilidade, nega que é um ser humano.

Apenas o amor inteligente é sustentável.

O amor desequilibrado não consegue nutrir vínculos saudáveis com aqueles que supostamente ama. O amor inteligente vive no terreno da confiabilidade, enquanto o amor desequilibrado vive na lama da insegurança.

O amor inteligente é estável, mesmo diante das contrariedades. Ainda que atravesse vales e montanhas, crises e dificuldades, suas mudanças não são bruscas nem devastadoras. Tem maturidade para dizer “vamos recomeçar”, tem coragem para dizer “eu errei”, tem sensibilidade para expressar “eu te amo e preciso de você”.

O amor dá tantas chances quantas forem necessárias, mesmo diante das decepções. O amor não é um dom genético, nem privilégio de uma classe social, mas um fruto destilado por mentes treinadas ao longo do traçado de sua história.

E você, tem oferecido chances reais para viver um amor cada vez mais inteligente e equilibrado em seu dia a dia?

Independentemente da sua resposta, por favor, me permita agora lhe fazer um convite.

Me permita lhe convidar para se aprofundar ainda mais sobre as principais diferenças entre o amor desequilibrado e o amor inteligente e sustentável, através do meu livro digital: Mulheres Brilhantes e Emocionalmente Equilibradas

Trata-se de um livro digitalgratuito preparado com muito carinho para você! Aproveite!