Quais os perigos da baixa autoestima?

Quais os perigos da baixa autoestima?


Quantas vezes você já se olhou no espelho e só conseguiu enxergar defeitos? Quantas vezes se pegou com medo ou vergonha de se manifestar em meio a um grupo? Sentiu-se inferior a outras pessoas? Quantas vezes suou frio com medo dos julgamentos? Pensou em si mesmo e sentiu-se mal, infeliz consigo mesmo e com sua vida? Ao longo de nossas trajetórias, é comum acumularmos experiências e pensamentos destrutivos e enchermos nosso cérebro de lixo mental, comprometendo o nosso amor próprio.

Cuidado! Tudo isso pode estar relacionado à baixa autoestima. Muitas vezes, isso está relacionado com a nossa dificuldade de nos reconhecermos como seres humanos únicos no teatro da existência. Vivemos nos comparando com os outros, ou pior, com aquilo que eles escolhem nos mostrar – comparamos carros, salários, relacionamentos, empregos, apartamentos, celulares, roupas.

O que nós não nos damos conta, é que o verdadeiro valor do ser humano, está além do que os olhos podem ver; reside no nosso Eu, que é cheio de potencialidades e qualidades únicas. Muitas vezes não sabemos o que se passa nos bastidores daquela pessoa que aparenta ter uma vida tão perfeita, muitas vezes, essas pessoas têm casas espetaculares, mas ainda não encontraram o mais importante endereço: o endereço de si mesmas.

A palavra “estima” significa o apreço, admiração ou o carinho que temos por algo ou alguém, que vem do reconhecimento do seu valor. Autoestima é a capacidade que o ser humano possui de se valorizar, ser feliz com aquilo que se é, e consequentemente, demonstrar segurança em suas opiniões, atitudes e pensamentos.

Infelizmente, assim como a depressão e o suicídio, a baixa autoestima se tornou uma síndrome epidêmica. Observe o caso da guerra contra o espelho. Ao invés de contemplarmos nossos aspectos positivos, somos especialistas em enxergar defeitos nos outros, mas principalmente em nós mesmos.

O resultado dessa falta de amor próprio? Baixo limiar para frustração, dificuldade para resolver problemas, sentimentos de culpa, de vergonha, insegurança. Esses sentimentos, que podem estar relacionados a Janelas Killer ou traumáticas, ou seja, memórias traumáticas armazenadas no cérebro, começam a dominar nossa aeronave mental e então comprometemos nosso desempenho em todos os aspectos da vida, entrando em circuitos mentais fechados e alimentando nosso sofrimento.

Sem uma autoestima fortalecida, sem um Eu autor da sua própria história, o caminho para uma vida de realizações pessoais e profissionais é árduo, longo, e muitas vezes frustrante. É fundamental desenvolver estratégias e ferramentas para assumir o controle dos pensamentos e ser capaz de decidir qual o futuro que queremos. Sem isso, deixamos nossas vidas nas mãos das circunstâncias – assim como a nossa felicidade.

Aqui vão 4 dicas para melhorar sua autoestima:

1. Analise sua vida – busque se conhecer melhor
2. Evite tomar decisões precipitadas
3. Não se critique demais
4. Encare seus problemas de frente

Você sabia que aproximadamente 4 bilhões de seres humanos são tímidos, tem algum complexo de inferioridade, se desvalorizam excessivamente e ou possuem auto estima fragmentada?

A boa notícia é que é possível mudar este cenário: fazendo a correta gestão das suas emoções.

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